quarta-feira, janeiro 24, 2007



"Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim eu tenha. Só que eu não sei usar amor: às vezes parecem farpas. "

quarta-feira, janeiro 17, 2007

da paz de espírito de uma romantica incorrigível

Eu queria conseguir escrever todos os dias coisas lindas para ele. Sobre ele. Coisas tão lindas e significativas quanto as que ele me faz sentir.
Mas nem consigo. Fico feito boba com um sorriso estampado no rosto, olhinhos brilhando. Toda criançona.
Aí venho aqui perguntar: sorriso também é poesia?
E brilho no olhar pode entrar para a história como grande obra literária??
Fico lembrando bobagens de nosso dia-a-dia. Sonhando acordada sabe?
Lembrando das viagens, dos segredos, das provocações, das risadas e dos desafios.
Perdoa-me meu amor. Mas tenho que ser sincera.
É que só hoje eu sou completamente tua. Corpo, alma, coração, mente, suspiros e planos. Só hoje. Um ano e quatro meses depois do início é que sou plena com você. Até mais que isso, plena em você.
Antes disso já te gostava sim, e já te queria, até já te amava mas meus medos não me permitiam ir além.
Talvez por isso tenhamos passado por aquele aperto no fim do ano. Acho que os meus medos estavam querendo arrumar motivos para não te entregar de bandeija o pedaçinho do meu coração que ainda não te pertencia.
Para mim não é tão fácil admitir mas sim. Plageando Clarice "sou inquieta ácida e desesperançosa embora amor dentro de mim eu tenha. Só que não sei usar o amor..."

Sorte minha ter você pronto pra me ensinar o que fazer com esse sentimento tão grande e tão bonito.